Foi publicada a 09 de Fevereiro de 2015, mas o registo foi feito em data anterior.
Adão e Eva nos Claustros do Convento de Santo André (Museu Carlos Machado, Ponta Delgada) - memórias do Facebook
Uma memória de há três anos. Registo fotográfico depois de uma agradável conversa
com a Tatiana Ourique, nos estúdios da Rádio Clube de Angra. – memórias do Facebook
A acompanhar a foto a Tatiana Ourique escreveu:
"Uma conversa de mais de uma hora com "O Outro
Lado" de Aníbal Pires.
O Coordenador Regional do PCP Açores começou muito cedo no
associativismo. Desde associações desportivas à fundação da AIPA.
A escrita é, também, uma das suas paixões. E é precisamente
"O Outro Lado" o nome da sua publicação sobre a qual falou aos
ouvintes do RCA. Obrigada pela agradável conversa no Café Com Música."
Foto by Aníbal C. Pires (Ponta Delgada, 23 de Janeiro de 2018)
do voo e do sonho
Esta é mais uma memória do Facebook.
A imagem foi registada num passeio a meio da tarde no prolongamento da marginal de Ponta Delgada.
Por razões de ordem pessoal, que hoje não vou partilhar convosco, esta memória é, assim como, uma feliz coincidência.
Amanhecer contigo Ponta Delgada
Bom dia dos Açores para o Mundo — em São Miguel Island, 20 de Janeiro de 2017
A última publicação no blogue memórias foi em Janeiro de 2016.
Hoje retomo as publicações neste blogue com uma memória que o Facebook me trouxe à lembrança.
Vou tentar manter este blogue atualizado, com memórias, já se sabe.
Passeio organizado pela Aventura X.
5 a 8 de Dezembro de 2015 por Lousã, Piódão, Fraga da Pena e Gois.
Fotos de Madalena Pires, edição de Aníbal C. Pires.
Música
- An Dro, A Breton Dance, Robert Culbertson (instrumento Chapman Stick)
- Gypsy (Irisch Music) - Lord of the Dance
Este vídeo para além de imagens registadas durante o mês de Fevereiro tem alguma da música que fui ouvindo durante o mês a que as imagens reportam. “Danças Ocultas”, Robert Culbertson um exímio instrumentista da “Chapman Stick”, instrumento e músico que descobri em 2014, no Fisherman Wharf, San Francisco, Califórnia. Da música que acompanha estas imagens pode ouvir-se, ainda, um excerto de “Gypsy” que faz parte de um espetáculo do “Lord of the Dance”.
O tempo da nossa existência não é linear. Não é nem nunca foi. Diferente sim, mas não imutável.
Os trilhos que percorremos têm encruzilhadas, escolhas que implicam mudanças.
Viver é decidir, optar, romper. É ir por ali e não ir por aqui.
Viver é a procura incessante do sonho que nos faz felizes, é caminhar sem passar ao lado da vida, é olhar em frente e viver cada momento como se fosse único.